Governo do Pará cria Parque Linear Nova com eco-árvores para sombra e ventilação.
As Árvores artificiais plantadas pelo Governo do Pará para receber turistas na COP30 são um exemplo de como a natureza pode ser replicada em ambientes urbanos. A cidade de Belém, no Pará, terá o desafio de receber entre os dias 10 e 21 de novembro a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, a COP30. O encontro marcará a primeira vez em que a COP é realizada na Amazônia, onde as Árvores são um elemento fundamental do ecossistema.
A Vegetação da região é composta por uma grande variedade de Plantas e Árvores, que desempenham um papel crucial na manutenção do equilíbrio do ecossistema. A Floresta amazônica é um dos principais destinos turísticos da região, e a presença de Árvores é um dos principais atrativos. É fundamental proteger as Árvores e a Vegetação para garantir a sobrevivência da Floresta e de todos os seres que dependem dela. A conservação das Árvores é essencial para manter a biodiversidade e o equilíbrio do ecossistema, e é um desafio que deve ser enfrentado com seriedade e determinação.
Árvores e Vegetação: Um Novo Capítulo
As obras realizadas pelo governo têm gerado grande polêmica nas redes sociais, especialmente em relação às Árvores artificiais instaladas em pontos turísticos de Belém. Essas estruturas, chamadas de ‘eco-Árvores‘ pela Secretaria de Obras Públicas do Pará (Seop), são feitas de vergalhões reaproveitados e Plantas trepadeiras, com o objetivo de promover ‘sombra e conforto para quem passa pela área’. A arquiteta responsável pelo projeto, Naira Carvalho, afirmou que a obra foi inspirada nas Árvores gigantes da Cingapura, e que as Árvores artificiais são uma forma de integrar a Vegetação e a Floresta na paisagem urbana.
A Seop informou que foram construídas 188 Árvores artificiais para compor a paisagem da capital da COP30, sendo 88 para o Parque Linear Nova Doca e 100 para o Parque Linear Nova Tamandaré. A função principal das eco-Árvores é promover o sombreamento do Parque Linear, que dessa forma vai gerar um conforto térmico ao longo de todo o parque, destacou Thais Ribeiro, engenheira da Seop. No entanto, o Coletivo COP do Povo refutou essa afirmação, argumentando que a decisão revela um preocupante grau de desconexão com a realidade amazônica e uma afronta direta aos princípios defendidos pelos grandes marcos globais que orientam a ação climática e ambiental, como o Acordo de Paris, e que as Árvores artificiais representam um desprezo pelo conhecimento tradicional e científico sobre o bioma e a falta de escuta e diálogo com as comunidades locais, ribeirinhas e povos originários, afetando a Vegetação e a Floresta.
Desafios e Mudanças Climáticas
A polêmica em torno das Árvores artificiais instaladas em Belém é apenas um dos muitos Desafios a serem solucionados antes da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada na cidade. O governo do Pará tem enfrentado críticas por sua abordagem em relação à Vegetação e à Floresta, e a instalação das Árvores artificiais é vista por muitos como um exemplo de falta de conhecimento sobre a própria Amazônia e a importância da Vegetação e da Floresta na região. A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas é um evento importante para discutir as Mudanças Climáticas e seus impactos na Vegetação e na Floresta, e a cidade de Belém tem um papel fundamental nesse contexto, com suas Árvores e Plantas sendo um exemplo de como a Vegetação pode ser preservada e protegida.
A instalação das Árvores artificiais é apenas um dos muitos projetos de Obras Públicas que estão sendo realizados na cidade em preparação para a COP30, e a Seop afirmou que as Árvores artificiais são uma forma de promover a Vegetação e a Floresta na paisagem urbana, mas muitos questionam a eficácia desse projeto e seu impacto na Vegetação e na Floresta. A cidade de Belém está se preparando para receber a COP30, e a instalação das Árvores artificiais é apenas um dos muitos esforços para tornar a cidade mais atraente e confortável para os visitantes, com as Árvores e Plantas sendo um exemplo de como a Vegetação pode ser integrada na paisagem urbana. O Parque Linear Nova Doca e o Parque Linear Nova Tamandaré são apenas dois dos muitos locais que estão sendo preparados para a COP30, e as Árvores artificiais são uma forma de promover a Vegetação e a Floresta nesses locais, com as Árvores sendo um exemplo de como a Vegetação pode ser preservada e protegida.
Fonte: @ Terra
Comentários sobre este artigo