Erro no programa humanitário faz governo federal ameaçar ucranianos.
O Governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, enfrentou uma situação delicada quando, por erro, enviou e-mails informando a expulsão de ucranianos que residem legalmente no país. Essa ação foi amplamente divulgada pela agência de notícias Reuters, gerando grande controvérsia em relação às políticas de imigração do Governo.
A Administração de Donald Trump foi duramente criticada por esse erro, que afetou diretamente a vida de muitos ucranianos que haviam obtido autorização para residir nos Estados Unidos. As Autoridades responsáveis pela gestão da imigração foram chamadas a prestar esclarecimentos sobre o ocorrido, e o Poder Executivo foi questionado sobre as medidas que seriam tomadas para evitar que erros semelhantes ocorressem no futuro. É fundamental que o Governo tome medidas eficazes para corrigir esses erros e garantir a segurança e o bem-estar dos imigrantes que residem legalmente no país. Além disso, é importante que haja uma revisão das políticas de imigração para evitar que situações como essa se repitam, garantindo que os direitos dos imigrantes sejam respeitados e protegidos.
Erro no Sistema de Imigração do Governo;
O Governo; dos EUA enfrenta um problema após um erro no sistema de imigração, que afetou imigrantes ucranianos que participam de um programa humanitário criado após o início da Guerra da Ucrânia em 2022. Esses imigrantes receberam um comunicado informando que seus status de imigração haviam sido revogados e que teriam sete dias para deixar os EUA, caso contrário, o Governo; federal iria encontrá-los. A Administração; do Departamento de Segurança; Interna (DHS) reconheceu o erro e enviou uma nova mensagem informando que a ordem havia sido um erro e que os termos da permissão permanecem inalterados.
A Autoridades; do DHS afirmaram que o programa humanitário não foi encerrado e que os imigrantes afetados não precisam deixar os EUA. No entanto, o Poder Executivo; do Governo; Trump havia planejado revogar o status legal de cerca de 240 mil imigrantes ucranianos que fugiram do conflito com a Rússia. Essa medida representaria uma reversão do acolhimento que os ucranianos receberam durante o Governo; do presidente Joe Biden. A administração de Donald; Trump também havia revogado o status legal de 530 mil latino-americanos com visto de residência nos EUA.
Reações dos Imigrantes e Organizações
Os imigrantes ucranianos que receberam o comunicado de revogação de seus status de imigração estão em pânico. Uma ucraniana com permissão humanitária disse que não conseguia respirar normalmente e chorava incontrolavelmente ao receber o e-mail. Ela havia renovado seu status de imigração em agosto do ano passado e foi informada de que ele seria válido por mais dois anos. A mulher disse que não tem nem uma multa de trânsito e não posta nada nas redes sociais. Angela Boelens, presidente da IA NICE, uma organização sem fins lucrativos no estado de Iowa, que patrocinou dezenas de ucranianos, disse que conhece pelo menos duas mulheres que receberam a carta — uma delas está grávida.
A Administração; do Governo; dos EUA está trabalhando para resolver o problema e garantir que os imigrantes ucranianos não sejam afetados pelo erro. O Poder Executivo; do Governo; está sendo pressionado para tomar medidas para proteger os direitos dos imigrantes e garantir que eles não sejam deportados. A Autoridades; do DHS estão investigando o erro e trabalhando para evitar que isso aconteça novamente. O Governo; dos EUA está sendo criticado por sua política de imigração e pela forma como está lidando com a situação dos imigrantes ucranianos. A administração de Donald; Trump está sendo acusada de ter uma política de imigração muito restritiva e de não estar fazendo o suficiente para proteger os direitos dos imigrantes. O Departamento de Segurança; Interna (DHS) está trabalhando para melhorar o sistema de imigração e evitar erros como esse no futuro. O governo federal; está sendo pressionado para tomar medidas para proteger os direitos dos imigrantes e garantir que eles não sejam deportados.
Fonte: © G1 – Globo Mundo
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