iFood responderá reivindicações, caso contrário, Breque Nacional.
A greve que ocorreu na Grande São Paulo foi marcada por uma forte presença tanto presencial quanto virtual. No segundo e último dia do movimento, os participantes da greve se reuniram em shoppings e redes de fast-food, além de trocar áudios, textos e vídeos intensamente. Essa troca de informações foi fundamental para discutir a continuidade da greve e seus objetivos. Além disso, a greve também foi marcada por longos debates sobre a melhor estratégia a ser adotada.
A paralisação causada pela greve foi significativa, afetando várias áreas da cidade. O movimento grevista foi capaz de mobilizar uma grande quantidade de pessoas, que se reuniram para discutir e decidir sobre a continuidade da greve. Durante o breque, os participantes também compartilharam fotos e imagens que lembravam quadros históricos, como o “Independência ou Morte” de Pedro Américo. A luta é justa e a união é fundamental para o sucesso da greve. Além disso, a determinação dos participantes foi essencial para manter a greve ativa e alcançar seus objetivos. O resultado foi surpreendente e mostrou a força do movimento grevista na Grande São Paulo.
Greve de Entregadores por Aplicativo
A greve de entregadores por aplicativo, conhecida como Breque Nacional 2025, entrou em seu segundo e último dia com uma promessa de nova paralisação, caso as reivindicações da greve não sejam atendidas pelo iFood. As principais demandas incluem o aumento do valor das taxas de entrega e de rodagem, o fim dos pedidos agrupados e um limite de três quilômetros para deslocamento de bicicletas. A paralisação dos entregadores foi marcada para 31 de março e 1 de abril, e mesmo com o anúncio do encerramento do ‘breque’, as discussões sobre sua continuidade seguiram até a manhã de 2 de abril. A greve gerou um movimento grevista significativo, com entregadores se organizando em grupos de WhatsApp para discutir as reivindicações da greve e planejar a paralisação.
Reivindicações da Greve
As reivindicações da greve incluem o aumento das taxas de entrega, que atualmente são consideradas baixas pelos entregadores. Além disso, eles exigem o fim dos pedidos agrupados, que podem ser prejudiciais para os motoboys, e um limite de três quilômetros para deslocamento de bicicletas, para evitar que os entregadores sejam obrigados a percorrer longas distâncias. A greve também visa melhorar as condições de trabalho dos entregadores, que muitas vezes enfrentam dificuldades e riscos no exercício de suas funções. A paralisação dos entregadores foi um movimento grevista que visou chamar a atenção do iFood e da sociedade para as necessidades e demandas dos entregadores. O breque foi uma forma de pressionar o iFood a atender às reivindicações da greve e melhorar as condições de trabalho dos entregadores.
Consequências da Greve
A greve de entregadores por aplicativo teve consequências significativas, com muitos estabelecimentos comerciais sendo afetados pela paralisação. Alguns entregadores que não aderiram à greve foram chamados de ‘passa fome’ e enfrentaram pressão dos colegas de trabalho. A greve também gerou tensão e conflitos, com alguns entregadores sendo brecados em locais públicos. A polícia militar foi chamada em alguns casos para intervir e garantir a segurança dos envolvidos. A greve foi um exemplo de como o movimento grevista pode ser uma ferramenta poderosa para os trabalhadores exigirem melhorias em suas condições de trabalho e salários. A paralisação dos entregadores foi um breque que visou chamar a atenção do iFood e da sociedade para as necessidades e demandas dos entregadores. O movimento grevista foi uma forma de pressionar o iFood a atender às reivindicações da greve e melhorar as condições de trabalho dos entregadores. A greve de entregadores por aplicativo foi um exemplo de como a paralisação pode ser uma ferramenta eficaz para os trabalhadores exigirem melhorias em suas condições de trabalho e salários.
Fonte: @ Terra
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