Cautela nas negociações com os EUA, otimismo com o Brasil, mercado daqui e taxação imposta.
A bolsa brasileira pode sofrer impactos com a decisão dos Estados Unidos, mas a bolsa ainda é um investimento atraente, considerando que a taxação imposta ao Brasil foi mais branda do que a aplicada a outros países. A bolsa é um mercado dinâmico e pode se recuperar rapidamente, oferecendo oportunidades de investimento em diferentes setores.
No entanto, o mercado da bolsa pode ser influenciado pelo pregão e pelas flutuações do mercado internacional. A bolsa é um reflexo do mercado e pode ser afetada por mudanças no mercado global. É importante estar atento às notícias e análises para tomar decisões informadas sobre investimentos na bolsa. Além disso, a diversificação é fundamental para minimizar riscos e maximizar ganhos na bolsa, que é um investimento mais seguro quando feito com conhecimento e planejamento. A bolsa oferece uma variedade de opções de investimento, desde ações até fundos de investimento, que podem ser uma boa escolha para quem busca rentabilidade e segurança.
Impacto na Bolsa
A bolsa brasileira está sob influência do mercado daqui, que sofre com a movimentação em países como a China, que foi alvo de uma taxação imposta. Esse cenário de incerteza pode afetar negativamente alguns papéis, tornando o período para negociações ainda mais desafiador. No entanto, especialistas como Bruno Benassi, analista de ativos na Monte Bravo, acreditam que é preciso avançar com cautela, considerando a volatilidade que deve marcar os pregões no curto prazo.
A abertura dos mercados trouxe comentários de especialistas, como o diretor-executivo de investimentos (CIO) da Empiricus, Felipe Miranda, que ressaltou a importância de entender os efeitos da tarifação. Com a medida de Trump, foi aberto o período para negociações com os EUA, e muitos países afetados não devem medir esforços para driblar a penalidade. No entanto, Miranda acrescentou que o ‘dia de libertação’ que Trump vinha chamando não nos liberta das incertezas, o que é um componente ruim para os mercados.
Análise de Setores
Segundo Hayson Silva, analista da Nova Futura Investimentos, embora a taxação ainda afete setores exportadores, a medida mais amena para o Brasil pode impulsionar o mercado com um viés positivo para o pregão de amanhã. A volatilidade ainda permanece, mas com um clima mais otimista, o que pode beneficiar a bolsa. Quais setores podem se sair bem e quais nem tanto? Benassi acredita que a Embraer (EMBR3) deva se valorizar com a imposição das tarifas, tendo em vista que as empresas produtoras de avião que exportam para os Estados Unidos são a Boeing, Airbus e a Embraer.
No entanto, o analista também acredita que o dia seja de realização [queda] para as ações de commodities, já que, com a imposição de altas tarifas contra a China (34%), o minério de ferro deve recuar no mercado, o que pode impactar os papéis da Vale (VALE3). Já Norberto Sangalli, operador da mesa de alocação da Nippur Finance, explica que a CSN Mineração (CMIN3), assim como a Vale, depende da exportação de minério de ferro para a China e uma desaceleração na demanda chinesa pode impactar diretamente suas receitas.
Reações do Mercado
As bolsas lá fora realizaram [caíram] bastante, e ainda vamos ver como é que vão ser respostas: se o mundo ‘isola’ os Estados Unidos e busca outras parcerias estratégicas. Tem muita dúvida ainda, diz Sangalli. Futuros das bolsas dos EUA caem firme após anúncio de tarifas universais de Trump. Entre as siderúrgicas, Sangalli entende que mesmo a brasileira Gerdau (GGBR4), que tem operações nos EUA, não está a salvo dos riscos. A bolsa brasileira está sob influência do mercado, e a movimentação em países como a China pode afetar negativamente alguns papéis, tornando o período para negociações ainda mais desafiador. A taxação imposta pode ter um impacto significativo na bolsa, e é importante entender os efeitos da tarifação para tomar decisões informadas.
Fonte: @ Valor Invest Globo
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