Anvisa proíbe produtos com ora-pro-nóbis em suplementos
Após a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de proibir a venda de suplementos com ora-pro-nóbis, muitos consumidores ainda buscam esses produtos em sites de produtos naturais, farmácias e plataformas de e-commerce. A disponibilidade desses suplementos em diferentes canais de venda é um indicativo de que a proibição ainda não foi totalmente implementada. É importante lembrar que a Anvisa tem um papel fundamental na regulamentação desses produtos.
No entanto, a comercialização desses suplementos continua a ser um problema, pois muitos deles contêm complementos e aditivos que podem ser prejudiciais à saúde. Além disso, a falta de regulamentação adequada pode levar a uma situação em que os consumidores sejam expostos a riscos desnecessários. É fundamental que os consumidores estejam cientes dos nutrientes e vitaminas presentes nos suplementos que eles consomem, e que busquem informações confiáveis antes de fazer uma compra. A segurança dos consumidores deve ser a prioridade, e a Anvisa deve continuar a trabalhar para garantir que os suplementos sejam seguros e eficazes.
Suplementos: Uma Análise Aprofundada
Por volta das 15 horas, uma versão em pó do suplemento estava à venda no site da Drogaria São Paulo, mas apenas para compra online, o que levanta questões sobre a comercialização de suplementos. A retirada em loja não era permitida, o que pode ser visto como uma medida de controle para evitar a venda de suplementos não autorizados. Quinze minutos após o contato da reportagem, o Grupo DPSP informou que ‘não comercializa suplementos a base de ora-pro-nóbis em sua rede, se mantendo sempre alinhado à todas as normas que regulam o setor do varejo farmacêutico’, destacando a importância de seguir as normas para a comercialização de suplementos. Sobre o suplemento à venda, disse que ‘identificou um fornecedor do marketplace negociando esse tipo de produto e, como medida, a operação já foi suspensa nos canais digitais’, o que mostra a atenção à regulamentação dos suplementos.
Além disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desempenha um papel fundamental na regulamentação dos suplementos, garantindo que os produtos sejam seguros e eficazes para o consumo. A Vigilância Sanitária é responsável por monitorar a comercialização de suplementos e garantir que eles atendam aos padrões de qualidade e segurança. No entanto, a comercialização de suplementos com ora-pro-nóbis foi proibida, o que levanta questões sobre a segurança e eficácia desses produtos. Outras plataformas, como Carrefour e Magazine Luiza (Magalu), também estavam com suplementos com a planta sendo comercializados, mesmo com a proibição, o que pode ser visto como uma falha na regulamentação dos suplementos.
Complementos e Aditivos: Uma Visão Geral
Uma busca no Google fornece links com opções a partir de R$ 15,70, o que mostra a facilidade de acesso a suplementos e complementos. No entanto, é importante lembrar que os suplementos devem ser utilizados com cautela e sob orientação de um profissional de saúde. Os nutrientes e vitaminas presentes nos suplementos podem ser benéficos para a saúde, mas também podem ter efeitos colaterais se não forem utilizados corretamente. Por meio da assessoria, o Carrefour informou que as empresas de marketplace foram acionadas assim que a Anvisa anunciou a proibição e que a remoção dos links do ar já foi determinada, mas, ‘por questões tecnológicas, a retirada não ocorre de forma imediata’, o que destaca a complexidade da regulamentação dos suplementos.
Além disso, os produtos naturais, como a ora-pro-nóbis, podem ser utilizados como complementos e aditivos, mas é importante lembrar que eles devem ser utilizados com cautela e sob orientação de um profissional de saúde. A plataforma de e-commerce desempenha um papel fundamental na comercialização de suplementos e complementos, mas é importante garantir que os produtos sejam seguros e eficazes para o consumo. O setor farmacêutico também é responsável por garantir a segurança e eficácia dos suplementos, e é importante que os profissionais de saúde estejam cientes das normas e regulamentações que governam a comercialização desses produtos.
Suplementos: Uma Visão Crítica
A ora-pro-nóbis não passou por o processo de avaliação de segurança e eficácia, por isso, a proibição publicada nesta quinta-feira, 3, no Diário Oficial da União (DOU), o que destaca a importância da regulamentação dos suplementos. ‘Suplementos alimentares não são medicamentos e, por isso, não podem alegar efeitos terapêuticos como tratamento, prevenção ou cura de doenças’, o que é fundamental para entender a diferença entre suplementos e medicamentos. Os suplementos são destinados a pessoas saudáveis, e sua finalidade é fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou vitaminas, o que pode ser benéfico para a saúde, mas também pode ter efeitos colaterais se não forem utilizados corretamente. Além disso, os aditivos e complementos podem ser utilizados para melhorar a saúde, mas é importante lembrar que eles devem ser utilizados com cautela e sob orientação de um profissional de saúde.
Fonte: @ Veja Abril
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